Ele aparece, bate o ponto, e produz pela metade. Ela falta toda semana com atestado — e você não sabe se pode fazer alguma coisa. Aquele outro foi advertido errado, e agora o documento não vale nada na Justiça. Em 1 sábado, você aprende a fechar esse vazamento — com protocolo jurídico, não com achismo.
Não é pessimismo. É matemática. A maioria dos gestores gerencia pelo que enxerga — falta, atestado, demissão. O que drena silenciosamente a margem são os números abaixo. E a maioria deles tem solução com protocolo correto.
* Cálculo conservador. Estudos indicam que o presenteísmo pode custar até 3× mais que o absenteísmo, pois o colaborador está presente e ninguém percebe a perda. (Fonte: Ergogroup / Harvard Business Review)
No Brasil, os primeiros 15 dias de afastamento por atestado médico são pagos inteiramente pela empresa — não pelo INSS. Mas o custo real vai além do salário diário. Há reflexos proporcionais no 13º salário, nas férias, no FGTS e na contribuição patronal ao INSS. Coloque os dados do seu funcionário e veja o número real que sai do seu caixa.
Inclui salário + reflexos trabalhistas (13º, férias + 1/3, FGTS, INSS patronal)
* Cálculo baseado em 30 dias mensais. Reflexos do 13º (8,33%), férias + 1/3 (11,11%) e FGTS (8%) calculados proporcionalmente sobre os dias afastados. INSS patronal: Simples Nacional inclui contribuição no DAS (sem encargo adicional visível); Lucro Presumido e Lucro Real: alíquota de 20% sobre a remuneração. Os valores são estimativas para fins de conscientização — casos específicos podem variar conforme convenção coletiva, adicionais e benefícios. Atestados que somem 15 dias dentro de 60 dias configuram afastamento contínuo de responsabilidade da empresa, conforme jurisprudência TST.
Você recebe, aceita e arquiva. Sem entrevista de retorno, sem controle de FAP, sem saber se o 15º dia passou — e o afastamento que poderia durar 3 dias dura 3 meses.
O funcionário aparece. Bate o ponto. Você paga integral. Mas ele produz 50% — por estresse, conflito com gestor, ou problema que nunca foi endereçado. Ninguém percebe. Ninguém age.
O gestor aplica com boa intenção. O documento tem vício de forma — falta testemunha, linguagem inadequada, fato não especificado. Na Justiça, a progressão disciplinar cai inteira.
Seu funcionário sabe de algo errado. Mas não tem para onde falar com segurança. O problema cresce em silêncio — até virar demissão cara, processo ou escândalo.
Existem centenas de consultores de RH, coaches de liderança e especialistas em engajamento no Brasil. Todos ensinam como motivar equipe, como dar feedback, como criar cultura. Nenhum deles consegue dizer o que vai acontecer na Justiça do Trabalho se você seguir o que estão ensinando — porque nenhum deles passou 26 anos na trincheira vendo o que sustenta e o que afunda uma empresa quando a gestão de pessoas vira processo. Eu vi. E é isso que eu trago para esta imersão: a camada jurídica que transforma boa intenção em decisão segura.
Uma única advertência anulada na Justiça pode custar R$15.000 a R$50.000 em condenação. Um mês de presenteísmo em uma equipe de 30 pessoas pode superar R$20.000 em produtividade perdida. A imersão custa R$197.
Participe da imersão completa. Aplique ao menos um protocolo na sua empresa. Se você não enxergar valor suficiente para justificar o investimento, me manda um e-mail e devolvo 100% em até 48 horas — sem perguntas, sem formulário, sem constrangimento. O risco é inteiramente meu. Porque eu sei o que 26 anos de prática entrega.
Em 26 anos, conduzi mais de 1.000 casos de gestão de afastamentos, medidas disciplinares, sindicâncias e crises trabalhistas para empresas de médio e grande porte. Aprendi que o problema nunca é a lei — é o gestor que não sabe como a lei vai julgar a decisão dele.
Qualquer consultor de RH ensina como dar feedback. Como engajar a Geração Z. Como criar cultura. Mas nenhum deles consegue dizer com segurança o que acontece na Vara do Trabalho se o gestor seguir o conselho que eles deram. Eu consigo. Porque passei 26 anos vendo exatamente isso — e meu MBA em Gestão Empresarial pela FGV me deu a linguagem de negócios para traduzir essa experiência jurídica em protocolo de gestão.
Meu diferencial não é ensinar gestão de pessoas. É adicionar a camada jurídica que transforma boa intenção em decisão documentada, segura e defensável.